CHEGA ouve Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional

O partido CHEGA, no âmbito das ações ‘Dar voz a quem não tem’, esteve esta manha junto do estabelecimento prisional do Funchal onde ouviu o Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional.

A candidatura do partido às eleições regionais abordou vários temas como o “desaproveitamento das áreas de ocupação dos reclusos, nomeadamente mecânica, serralharia, padaria, obras, serigrafia e carpintaria, o “mau estado de conservação do EPF, a nível de betão electricidade e coberturas”, e o “avançado estado de degradação” em que se encontra a lavandaria e a cozinha.

“Em termos de segurança o EPF possui 5 torres de vigilância que estão desativadas por ordem do director regional do EPF Fernando Santos”, acrescenta.

O CHEGA diz ter notado “um mau relacionamento da direção, de Fernando Santos, com o corpo da Guarda prisional”, o qual constatou ser “deficiente, mas com os reclusos parece ser a melhor possível.”

Diz ainda que a messe dos guardas foi encerrada, assim como duas portarias, algo que “veio a dificultar o trabalho profissional, quer o registo de entradas quer o controlo de visitantes”, e que as viaturas estão, no geral, “envelhecidas”. “Outro aspeto é o facto da guarda prisional estar proibida de receber chamada de familiares na área do EPF”, acrescenta, afirmando ainda que a “guarda prisional não está autorizada a inspecionar visitantes caso exista desconfiança de transporte de ilícitos, como armas facas etc assim como droga”, sendo que “para isso tem de chamar a Polícia Judiciária no Funchal”. Por esse motivo, questiona: “Não estaremos perante uma fonte de distribuição de droga legalizada?”

“Entre todos os assuntos, falou-se no fardamento e nas instalações das residências contiguas ao EPF para a guarda que, como constatamos, está em avançado estado de deterioração”. conclui.

Fonte:https://www.jm-madeira.pt/regiao/ver/70368/CHEGA_ouve_Sindicato_Nacional_do_Corpo_da_Guarda_Prisional